14 de mar de 2014

Resenha: O Poder dos Seis - Pittacus Lore (Os Legados de Lorien #2)‏



Autor: Pittacus Lore
Editora: Intrínseca
Ano: 2011
Páginas: 320
Gênero: Ficção Científica; Extraterrestres; Aliens; Aventura; Ficção; Ação; Romance;
Nota: 5/5
Skoob: Clique aqui (http://www.skoob.com.br/livro/164660-o-poder-dos-seis)

Se você estava em busca de emoção. Você acabou de encontra-la! Não consegui soltá-lo enquanto não vi o final do livro. Esse segundo volume da série Os Legados de Lorien foi de tirar o fôlego.

Observação: Se você não leu o primeiro livro (resenha aqui) é melhor parar por aqui. Por mais que não tenha spoiler gritante é uma continuação. É por sua conta em risco. Eu avisei.

O livro está dividido em dois pontos de vistas principais até metade do livro, depois ele acaba se dividindo em três pontos de vistas. Calma! Parece ser confuso, mas não é. Os capítulos estão divididos entre os acontecimentos com o Número Quatro/John, Sam e a Número Seis que estão juntos e nos apresenta logo no primeiro capítulo a uma nova loriena: Marina ou Número Sete que está em um convento na Espanha.
  

A número Sete acompanha todas as notícias sobre John pela internet enquanto está presa no convento com sua guardiã – que além de não ajuda-la a desenvolver seus legados, ainda a proíbe de falar sobre o assunto – o que não facilita em nada sua vida por lá. Então depois de anos naquele convento, ela faz sua primeira amizade. E Marina anda tenho sonhos com uma garota de cabelo preto e olhos cinzentos, cujos poderes vão além de tudo o que ela já imaginou. E ela se pergunta onde estão Cinco e Seis.

Já na outra metade do livro John/Quatro, Sam e Seis estão em um dilema. Eles estão fugindo de tudo e se escondendo de todos. Além da polícia do país inteiro estar procurando-os o FBI resolve ajudar nas buscas – pois os Mogadorianos tem muita influência por aqui – e eles nem imaginam da existência de Marina. Eles têm um plano: reunir todos os outros lorienos que conseguirem para derrotar os mogs. E por isso eles precisam se separar.



Por onde começar? Aonde ir? O que fazer? São as perguntas que precisam ser respondidas imediatamente. Os seis sobreviventes precisam ser encontrados. Só assim eles terão uma chance de derrotar o maior dos Mogadorianos.

Depois de ter que ir embora as pressas, deixando Sarah para trás em Paradise, John/Quatro acaba marcando um encontro com Sarah no parquinho que costumavam se encontrar. Sarah está diferente e não há nada de romântico nesse encontro pelo contrário. Sarah o entrega a polícia e há mais uma vez uma fuga. Confesso que fiquei feliz por não haver tanto romance nesse segundo livro – Sarah é uma mocinha melosa – e eles são um casal grude. Porém por essa eu não esperava. Além de não gostar dela desde o primeiro livro porque o foco ficou no romance deles nesse segundo passei a sentir raiva dela. Mas muita raiva mesmo. Tive aquela reação de quando você vê uma pessoa de que você não gosta e as pessoas insistem em aproximá-las. Nessa situação eu faço uma careta e ainda reviro os olhos com todo o desdém que cabe dentro da minha pessoa. Tenho essa reação todas as vezes que a Sarah aparece.


Ai você me pergunta: E o Sam? Ele não é o seu personagem favorito? Sim!!! Sam Goode, meu queridinho. Não quero falar sobre ele... Seu paradeiro é incerto depois da divisão. Que divisão? A número Seis resolve se juntar a Marina/Sete e viaja até a Espanha. A previsão é se encontrarem depois de algum tempo. E John/Quatro e Sam entram no esconderijo dos Mogs. Pronto, falei. Agora não digo mais nada. Sério. Dei informações demais.

Se preparem para a guerra, terráqueos. Vejo vocês em breve.


Resenha por Roberta Ferreira, acompanhe ela nas suas redes sociais gatonas:

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